Mostrando postagens com marcador 2º Ano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2º Ano. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Paródia

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Música: Luar do Sertão

PARTE I
Artesanato foi embora.
E hoje é só a indústria que vigora.
Eu sei que o povo que trabalha sempre chora de ter tanta exploração e sofrimento.

PARTE II
A Inglaterra foi o berço da indústria
Por que lá a burguesia começou a acumular.
O proletário já nasceu sofrendo muito.
Trabalhar de sol a sol, só para poder se alimentar.

REPETE PARTE I


BIS

Não sou, ô gente, oh não.
Dono dos meios de produção.

PARTE II
A Inglaterra foi o berço da indústria
Por que lá a burguesia começou a acumular.
O proletário já nasceu sofrendo muito.
Trabalhar de sol a sol, só para poder se alimentar.

PARTE I
Artesanato foi embora.
E hoje é só a indústria que vigora.
Eu sei que o povo que trabalha sempre chora de ter tanta exploração e sofrimento.

Fonte: Só pra historiar

Paródia Revolução Francesa

REVOLUÇÃO FRANCESA
Música: Chi bom bom – As Meninas

França tem revolução. (repete 4 X)



Terceiro Estado em situação precária
É só quem trabalha e também quem paga imposto  »»    BIS

E a nobreza cada vez fica mais rica.
E a burguesia cada vez ta mais aflita.   



E o resultado todo mundo já conhece
(Que) tá faltando pão lá na mesa do pobre.   »» BIS

França tem revolução. (repete 4 X)




Com a Bastilha começou a nossa história.
E a revolução se espalhou no país todo.     »» BIS

E a convenção tem de um lado os Girondinos
E contra eles aparecem os Jacobinos. 



E o terror todo mundo já conhece.
Quem cortou cabeças foi Robespierre.  »»  BIS

França tem revolução. (repete 4 X)

Fonte: Só pra historiar

Paródia

Período Napoleônico  
Música original: Diana (Jerry Adriani)

Não te esqueças, por favor.

Cônsul é Napoleão.
Burguesia quem deixou
E acabou revolução.

E depois imperador, ele vai se transformar.
E aumentar o poder da França.

Homem (povo) nenhum pode comprar o inglês.
E sem vender lá vão perder prosperidade.
Mas Portugal comprou e João fugiu.
E na Rússia tanto frio ninguém viu.

Reunidos em Viena.
Monarquia vai voltar.
E acabar o poder da França.

(Repete tudo)

Fonte: Só pra historiar

Paródia

ILUMINISMO
Música: Garçom (Reginaldo Rossi)

PARTE I
Rousseau, na lei todo mundo é igual.
O povo mandar é legal.
Cuidado com o tal de Voltaire.

PARTE II
Ô John, o homem é um papel em branco.
Por isso estou lhe sendo franco.
Sua mente vamos iluminar.

PARTE III
Saiba que o Diderot resolveu inventar
a Enciclopédia para a organizar
tudo aquilo que o homem conseguiu pensar.

PARTE IV
Eu sei que Montesquieu vai querer dividir
o Estado em três pra poder controlar
o modelo inglês que quer implementar.

REPETIR PARTES I, II E III.

PARTE V
Eu sei que o Iluminismo vai provocar
uma série de coisas que ainda vão rolar.
Afinal para a ciência o que importa é a razão.

Fonte: Só pra historiar

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Revolução Francesa

Revolução Francesa
A Revolução Francesa foi marcada por uma importante transformação do sistema social e político. Iniciada em 1789, foi uma revolução de ordem burguesa dentro de uma sociedade onde o Antigo Regime passava por crises.

O contexto cultural e social
Na França existiram grandes filósofos do Iluminismo, que criticavam a organização econômica, defendendo a renovação das instituições. Seus pensamentos não ficaram restritos somente à França, foram difundidos também nas colônias americanas na época de sua independência.
Os principais filósofos ilustrados foram: Montesquieu, Rousseau, Voltaire, D'Alembert, Diderot e Quesnay. Esses filósofos já haviam falecido quando a revolução começou, mas seus pensamentos não.

A sociedade francesa era dividida em estamentos chamados de estados ou ordens:
1° Estado - clero representava menos de 2% da população.
2° Estado - nobreza representava 1% da população.
3° Estado - povo representava 98% da população.
O clero e a nobreza não pagavam impostos e ocupavam os principais cargos administrativos do Estado. O 3° Estado era quem sustentava o Estado Absolutista e pagavam impostos, além de alguma contribuição.

As causas da revolução
A situação da França não era boa. Com a derrota para a Inglaterra na Guerra dos Sete anos (1756 - 1763) e depois, onde aliou-se com os Estados Unidos na Guerra de Independência, a economia do Estado entrou em decadência.
Com isso, a Monarquia Absolutista começou a aumentar os impostos e as contribuições do 3° estado, gerando revolta da população, que passou a reivindicar por igualdade civil e abolição dos privilégios do clero e da nobreza.
 Os anos de 1788 e 1789 também foram difíceis. As colheitas foram péssimas por causa do inverno em 89, o que gerou fome e revoltas por toda França.
Para tentar resolver a situação econômica, em 1787 houve uma reunião entre a nobreza e o clero. Nessa reunião tentou-se acabar com os privilégios do 1° e 2° estados de não pagarem impostos.
Não havendo aceitação da proposta pela nobreza e pelo clero, o rei Luis XVI convocou então a Assembléia dos Estados Gerais, composto pelos três estados.
Aí então entrou em discussão uma outra situação: a da votação.
A votação era feita por grupo social, e não por número de deputados (a nobreza com 270 deputados, o clero com 291 e o terceiro estado com 578).
Se fosse por número de deputados haveria a vitória do 3° estado, mas sendo por grupo social, a vontade do clero e da nobreza sempre prevaleceriam, por terem as mesmas ambições.
Sendo assim, o terceiro estado reivindicou a mudança da votação, querendo que fosse por voto individual. Eles contavam com o apoio de alguns deputados do clero e da nobreza que eram favoráveis às idéias liberais e queriam mudanças.
Mas o rei não aceitou a reivindicação e resolveu dar por encerrada as atividades, fechando a sala onde se reuniram.
Em 10 de junho o terceiro estado e seus aliados do clero e da nobreza ficaram revoltados e se reuniram, em outra sala, onde se declararam, no dia 17, Assembléia Nacional.

Iluminismo

O ILUMINISMO e O LIBERALISMO ( RESUMO)
Século da Luzes (XVIII)

Introdução
- Crítica ao Absolutismo
- Ciência é a única forma de explicar as coisas
- Criticavam o conhecimento religioso
- Conhecimento: conquista da liberdade e felicidade  

Diderot e D`Alembert organizaram a primeira enciclopédia no século XVIII 

Os teóricos do Iluminismo
Montesquieu: Defendia a divisão do poder em Executivo, Legislativo e Judiciário

Voltaire : defesa da liberdade de expressão e pensamento 

Rousseau : “Contrato social” entre governados e governante.  

O Liberalismo Econômico  
- Adam Smith  (pai do liberalismo econômico) 
- liberdade econômica total
- contra a participação do governo na economia
- riqueza do país deve vir da agricultura e indústria
- “lei” da oferta e da procura deve regular o mercado

Revoluçao Industrial

Revolução Industrial (século XVIII)  
Contexto Histórico da Revolução Industrial
-necessidade de produzir cada vez mais
-Inglaterra chegou na frente: ferro e carvão / mão-de-obra / navios / dinheiro
- desenvolvimento de máquinas a vapor 

Modernização e Tecnologias  
- Navios e trens a vapor
- desenvolvimento da indústria têxtil
- melhorias para poucos 

A fábrica 
- péssimas condições de trabalho
- salários baixos e castigos físicos
- trabalho infantil e feminino
- carga horária elevada e ausência de direitos
- barulho e poluição 

Reações dos trabalhadores 
- O ludismo à os quebradores de máquinas
- As trade unions à origem dos sindicatos (luta por direitos)
- O cartismo à direitos políticos para os trabalhadores 

Neocolonialismo
- Europeus dividem a África e Ásia
- violência e exploração
- busca de matérias-primas e recursos vegetais

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Danton, o processo da revolução

O filme Danton nos mostra um pouco da história de Danton foi um líder da Revolução Francesa. Danton destaca-se na defesa dos interesses do partido na Assembléia Constituinte de 1789. Em 1792, quando os sans-culottes assumem o governo, proclamam a República, Danton ajuda a organizá-lo. Integra a Convenção Nacional, assembléia encarregada de escrever a Constituição republicana, e depois chefia o Comitê de Salvação Pública, órgão executivo da República, responsável pela política estrangeira e por assuntos militares. Ao defender posições mais moderadas, como por exemplo, a negociação com a burguesia a respeito da reação burguesa contra a Lei do Preço Máximo, é substituído por Robespierre e recolhe-se à sua cidade natal em 1793.
            Em 1794, Danton retorna a Paris e constata que o Comitê de Segurança, sob a incitação de Robespierre, inicia várias execuções em massa. O povo, que já passava fome, agora vive um medo constante, pois qualquer coisa que desagrade o poder é considerado um ato contra-revolucionário. Os mesmos revolucionários que promulgaram a Declaração de Direitos do Homem implantaram agora um regime onde o terror impera. Confiando no apoio popular, Danton entra em choque com Robespierre, seu antigo aliado, que detém o poder. O resultado deste confronto é que Danton acaba sendo levado a julgamento, onde a liberdade, a igualdade e a fraternidade foram facilmente esquecidas.
            Robespierre tornou-se membro do Clube dos Jacobinos, a ala mais radical dos revolucionários criou um Comitê de Salvação Pública para perseguir os inimigos da revolução. Foi instaurado o regime do "Grande Terror" - o auge da ditadura de Robespierre.
            Danton era mais extremista, possuía uma retórica simples, mas conseguia arrebatar os ouvintes com seu carisma. Liderou o grupo dos indulgentes, considerado muito moderado pelos partidários do Terror, aos quais combatia com seu prestígio de orador.
            A semelhança entre os dois era a profissão de advogado antes de participar da Revolução Francesa. No início de 1794, Robespierre, contra sua vontade pessoal, condenou Danton à morte visando eliminar todas as oposições. Após alguns meses, fragilizado e isolado politicamente, Robespierre foi aprisionado juntamente com Saint-Just, sendo em seguida, ambos condenados à guilhotina. Iniciava-se outra etapa da Revolução Francesa, representada pelo restabelecimento da alta burguesia (girondinos), no poder.
            Com a Revolução Francesa o povo ganhou mais autonomia e seus direitos sociais passaram a ser respeitados. A vida dos trabalhadores urbanos e rurais melhorou significativamente. Por outro lado, a burguesia conduziu o processo de forma a garantir seu domínio social. As bases de uma sociedade burguesa e capitalista foram estabelecidas durante a revolução. A Revolução Francesa também influenciou, com seus ideais iluministas, a independência de alguns países da América Espanhola.